A bagunça feita por professores “técnicos” em desvio de função à procura do professor Péricles

A bagunça feita por professores “técnicos” em desvio de função à procura do professor Péricles

 

O professor Péricles Laurindo dos Santos entrou no Estado em 22 de agosto de 2012, mas segundo sua ficha no SIGEDUC, o professor mesmo tendo um local de trabalho, de acordo com a 4ª DIREC, não dava expediente na Escola Estadual Professor Pedro Alexandrino, MAS SEU SALÁRIO SEGUIU SENDO PAGO NORMALMENTE (de acordo com contracheque apresentado abaixo)

O nome do professor desde então sempre esteve presente nas relações de professores sem local de trabalho.

– 1. Em 2014 o nome de Péricles estava presente na lista dos professores sem local de trabalho em 2014 (convocado pela secretária Betânia Ramalho à se apresentar)

– 2. Em 2022 nome do professor seguiu na lista sem alocação de 2022, retirada do SIGEDUC.

– 3. Em 2024 o professor Péricles continua na lista de professores sem local de trabalho.

E, inclusive, o professor Péricles não respondeu ao censo da Educação de 2024.

 

 

Por onde será que anda o professor Péricles?

A bagunça

Depois de tanto tempo, a professora e subcoordenadora da SUAP Esmerina Soares constatou que o professor Péricles não tinha nenhum registro de trabalho, mas continuava recebendo seu salário normalmente. Esmerina encaminhou o processo à Assessoria Jurídica para tomar as medidas cabíveis. Veja o despacho na íntegra:

 

professor e assessor juídico Joaquim Alves após receber o despacho vislumbrou que o conteúdo deveria ser esclarecido, pois havia uma suposta irregularidade e sugeriu que fosse encaminhado ao gabinete da secretária, com recomendação de se abrir procedimento administrativo na Comissão Permanente de Sindicância (CPS/SEEC), mas infelizmente essa recomendação não chegou à secretária até hoje. Veja o despacho completo:

 

Estranhamente e do nada, um ano depois, o professor e coordenador de recursos humanos Flávio José de Oliveira achou esse processo e depois que deu uma pequena olhada no SIGEDUC (que diz que ele estava na Escola Pedro Alexandrino) e no ERGON (que mostra que ele atua na Escola Anísio Teixeira) deduziu que ele estava na escola descrita no ERGON. Depois disso, ordenou que a 1ª DIREC atualizasse as informações do professor no SIGEDUC para Escola Estadual Anísio Teixeira. Determinando o arquivamento do processo. Veja o despacho compelto:

 

 

Nossos questionamentos

– Por que a professora Socorro Batista não abriu sindicância como recomendou a Assessoria Jurídica?

– Por que professor Flávio José ignorou que esse professor não respondeu ao censo dos servidores de 2024. E também não solicitou declaração da escola Anísio Teixeira, validada pela DIREC confirmando que ele trabalha no local.

– E o tempo que o professor passou nas listas de professor sem lotação? Existe documentação mostrando remoção do professor da Escola Professor Pedro Alexandrino para a Escola Anísio Teixeira?

 

Veja mais bagunças do caso:

O Portal da Transparência mostra que o professor Péricles Laurindo não teve salário pago em janeiro de 2024, mas a sua ficha financeira apresenta o pagamento normal no mesmo mês de janeiro.

 

 

O que está correto o Portal da Transparência ou a ficha financeira do Estado?

Próprio professor pode ser vítima

Não estamos dizendo que o professor está errado nesta situação ou que ele não merece receber seu salário. o problema está na bagunça e falta de controle administrativo da secretaria de Educação.

O professor Péricles deve ser um profissional exemplar, estando em sala de aula normalmente, e ser uma vítima desse “processo”.

Em nenhum momento a intenção do sindicato é atingir o professor, mas apresentar os fatos desse estranho caso.

Após toda essa bagunça fica a dúvida se realmente dá para confiar na administração da secretaria de Educação.

Secretaria de Educação está igual a lojas Marisa: de professor para professor…

 

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