Enquanto houver negociação, não há paralisação

Da Redação

A direção do SINSP/RN torna público que não está chamando nenhuma paralisação para os dias 13 e 14 de junho de 2013. Não faz sentido, no momento que se negocia a reposição salarial de 32,94% e os ajustes no Plano de Cargos, Carreira e Remuneração – PCCR dos servidores da administração direta do estado, mobilizar a categoria para realizar o movimento desta Natureza.

Neste momento a direção do SINSP/RN tem qualificado o debate apresentando justificativas e encontrando soluções negociadas para o atendimento das reivindicações da categoria. Os representantes do Governo Estadual inclusive solicitaram que o Sindicato apresentasse por escrito a proposta.

O Sindicato conduz os rumos da luta dos servidores com responsabilidade, seriedade e transparência, qualidades estas que sempre fundamentou os princípios da Entidade desde a sua fundação em 1988.

Jamais fugiremos a luta. O nosso maior compromisso é com a valorização e o reconhecimento do serviço público de qualidade. Se em determinado momento, isso deva significar acirrar o movimento, sem sombra de dúvidas iremos convocar a categoria para deliberar as formas de luta com atos públicos, paralisações e greves.

A categoria deve permanecer mobilizada enquanto as negociações evoluem e atender as convocações sindicais. Vamos permanecer unidos e determinados para avançar em nossos direitos e conquistas.

Estamos em campanha pela melhoria salarial e na batalha pela efetivação da Lei Complementar 432/10. Ainda fazem parte de nossa pauta:

  • Política de valorização do salário básico;
  • Reposição salarial de 32,94%;
  • Política salarial com recuperação das perdas;
  • Pagamento dos 70% restante do PCCR para os servidores que ainda não integralizaram financeiramente o plano de carreira no contracheque;
  • Envio para a Assembleia Legislativa do Projeto de Lei que trata do PCCR dos servidores da administração direta;
  • Realização de Concurso Público;
  • Maior transparência do SAGEP;
  • Melhores condições de trabalho para os motoristas;
  • Instituição de uma política de saúde do trabalhador;
  • Condições dignas de trabalho;
  • Contra a municipalização, terceirização e privatização do serviço público estadual;
  • Data Base unificada no mês de maio para os servidores públicos estadual;
  • Fim do assédio moral.
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