Especialista listam os principais desafios do novo ministro da Educação

Da Redação

O atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assumiu o comando do Ministério da Educação (MEC) nesta terça-feira (24) os principais desafios são: a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) para 2012; priorizar a desafio de priorizar a educação básica brasileira, que atende a mais de 50 milhões de crianças e jovens e soma 2 milhões de professores da educação infantil ao ensino médio. Essa é a principal expectativa e cobrança de dirigentes e especialistas do setor ouvidos pelo O GLOBO. Cada um dos entrevistados listaram cinco itens.

Antônio Freitas, membro do Conselho Nacional de Educação

– Melhorar a educação básica investindo na seleção de profissionais mais qualificados e brigando pelo cumprimento do piso nacional dos professores. Hoje no Brasil 98% da população tem acesso a educação básica, mas esse ensino ainda não é de qualidade;

– Diminuir a taxa de evasão no ensino médio;

– aumentar a quantidade de bolsas de estudo oferecidas no Programa Universidade para Todos (Prouni);

– melhorar a logística do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade);

– mudar os sistemas de avaliação da qualidade da educação no Brasil levando em consideração as diferenças regionais.

Roberto Salles, reitor da Universidade Federal Fluminense

– Aumentar o investimento na educação básica;

– exigir formação especializada para todos os professores;

– conseguir a aprovação do Plano Nacional de Educação 2012 (PNE) antes das eleições municipais;

– dar continuidade aos programas educacionais como: Reuni, Prouni, Pronatec e etc.

– acabar com o analfabetismo no Brasil;

Priscila Cruz, diretora executiva da Ong Todos Pela Educação

– Aumentar e melhorar os investimentos na educação priorizando o ensino básico;

– concluir o processo de definição das matrizes do novo currículo nacional;

– aprimorar o regime de integração educacional entre a União os estados e municípios;

– diminuir o índice de analfabetismo no Brasil;

– melhorar a formação dos professores para acompanhar a nova geração de jovens

Da Agência O Globo

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