POR Rede Brasil Atual, 14/03/2020 Dois anos após a morte da vereadora, investigações expõem relações de Bolsonaro com criminosos, mas motivação e mandante do crime seguem sem respostas Brasil de Fato – Neste sábado (14), a execução da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de Anderson Gomes, que dirigia o carro em que ambos foram emboscados, completa dois anos. Neste período, a apuração do crime avançou em alguns aspectos, mesmo que lentamente. No mapa da investigação, ainda que de forma confusa, milicianos das forças de segurança e políticos do Rio de Janeiro figuram como suspeitos. Uma leitura atenta sobre os nomes divulgados, revela a relação intrínseca dos acusados com a família Bolsonaro. Desde 14 de março de 2019, o policial reformado Ronnie Lessa e o ex-policial militar Élcio Queiroz estão detidos, acusados de serem os executores de Marielle Franco. No dia 26 de outubro do mesmo ano, em seu último ato à frente da Procuradoria Geral da República (PGR), Raquel Dodge apresentou uma denúncia ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) apontando Domingos Inácio Brazão, ex-deputado e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, como mandante do assassinato da vereadora. Essa primeira informação, da prisão dos suspeitos, já fez o país atentar para a relação […]